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Escudo

No segundo sábado da série “Armas e Armadura”, realizada na Comunidade Adventista Nosso Refúgio, em Bruxelas, o pastor Eliezer Oliveira trouxe uma reflexão vital sobre o escudo da fé. O pastor contextualizou a importância desta peça explicando que, nas batalhas da Antiguidade, os soldados utilizavam um grande escudo de madeira revestido de couro, que era molhado em água antes dos combates. Esta preparação era crucial para apagar as flechas incendiárias lançadas pelos inimigos, uma analogia perfeita para ilustrar como a fé atua como a primeira linha de defesa contra os ataques destrutivos que tentam atingir a vida espiritual e emocional do cristão.

Escudo | Nosso Refúgio - Igreja adventista em Bruxelas, Bélgica

Além disso, usem o escudo da fé, com o qual vocês poderão apagar todas as setas inflamadas do Maligno.  Efésios 6:16

O cerne da mensagem abordou a natureza dos ataques contemporâneos, definidos pelo pastor como os “dardos inflamados” dos dias de hoje: as mentiras, as dúvidas sussurradas na mente, as comparações cruéis promovidas pelas redes sociais e os sentimentos de rejeição ou insuficiência. O pastor Eliezer alertou que o inimigo não ataca de forma aleatória, mas direciona as suas flechas precisamente para as áreas em que estamos mais vulneráveis. Sem o escudo da fé devidamente posicionado, estes dardos penetram e incendeiam as nossas emoções, gerando desespero, isolamento e um profundo cansaço espiritual.

Ao longo da pregação, foi enfatizado que a fé bíblica não é um sentimento abstrato ou uma energia positiva, mas sim uma confiança convicta e prática naquilo que Deus diz a nosso respeito. O pastor destacou que, muitas vezes, o escudo cai quando começamos a dar mais ouvidos às vozes do mundo ou às nossas próprias inseguranças do que às promessas divinas. Levantar o escudo da fé significa decidir ativamente rejeitar as narrativas de fracasso e apegar-se à verdade de que somos amados, perdoados e guardados pelo Senhor, independentemente das circunstâncias ao nosso redor.

A encerrar, o pastor Eliezer fez um apelo caloroso à igreja e aos que assistiam via YouTube, lembrando que, no exército romano, os soldados uniam os seus escudos lado a lado, formando uma barreira intransponível conhecida como “tartaruga”. Ele utilizou este exemplo para reforçar o papel da Comunidade “Nosso Refúgio”: um lugar essencial onde os crentes não lutam sozinhos, mas unem a sua fé uns com os outros para protegerem-se mutuamente. O convite final foi para iniciar a nova semana com o escudo erguido e molhado na palavra de Deus, garantindo a vitória coletiva e individual contra qualquer adversidade.

Amigos unidos em Cristo a serviço de todos.

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