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Eu sim, eu não

Nesta reflexão fundamentada em Mateus 21:28-32, Jean Oliveira explora a parábola dos dois filhos convidados a trabalhar na vinha do pai. A mensagem foca na honestidade espiritual e na distância que, muitas vezes, existe entre as nossas palavras e as nossas ações. Jean apresenta o cenário de um pai que faz o mesmo pedido a ambos os filhos: “Filho, vai trabalhar hoje na minha vinha”. O primeiro filho responde prontamente que sim, mas não vai; o segundo diz que não, mas depois, arrependido, acaba indo.

Eu sim, eu não - Comunidade Adventista Nosso Refúgio

Qual dos dois fez a vontade do pai? Disseram-lhe eles: O primeiro. Disse-lhes Jesus: Em verdade vos digo que os publicanos e as meretrizes entram adiante de vós no reino de Deus. Mateus 21:31

O Reino de Deus não é construído sobre promessas vazias ou aparências de religiosidade, mas sobre a obediência real. Jean destaca que o primeiro filho representa aqueles que conhecem a linguagem religiosa, frequentam a igreja e dizem “sim” para Deus publicamente, mas cujas vidas práticas não refletem essa entrega. Já o segundo filho ilustra aqueles que, embora tenham começado distantes ou dado uma resposta negativa inicial — como os publicanos e pecadores da época de Jesus — permitiram que o arrependimento transformasse sua conduta.

Jean utiliza uma analogia contemporânea sobre “falar e fazer” para mostrar que Deus valoriza muito mais a atitude de quem se arrepende e age do que a de quem mantém uma fachada de perfeição sem compromisso verdadeiro. Ele enfatiza que o arrependimento não é apenas um sentimento de culpa, mas uma mudança de direção que nos leva à ação. A pergunta de Jesus aos líderes religiosos — “Qual dos dois fez a vontade do pai?” — ecoa como um lembrete de que a entrada no Reino está ligada à fé que se traduz em atos, e não apenas em rituais ou palavras bonitas.

Ao encerrar, somos desafiados a avaliar qual tem sido a nossa resposta prática ao chamado de Deus. A mensagem não é um convite à culpa, mas uma oportunidade para alinhar o nosso coração com as nossas mãos. Jean conclui lembrando que nunca é tarde para o “filho que disse não” se arrepender e ir trabalhar na vinha, pois a graça de Deus está sempre pronta para acolher aquele que decide, finalmente, obedecer e viver a vontade do Pai de forma genuína.

Amigos unidos em Cristo a serviço de todos.

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